Pessoal, meu blog foi para um endereço próprio: http://www.samueletur.com.br/blog
Obrigado pela visita!!
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Continuando…
A três dias atras eu postei aqui uma ótima ferramenta Online de converão de documentos para .PDF. Agora apontarei uma ótima ferramenta de impressão de PDF para Windows 2k/XP/Vista Offline.
Como nas máquinas, pelo menos nas minhas, não quero “elefantes brancos” procuro ferramentas de qualidade de preferência gratuitas. Aqui temos uma!

Primeiro requisito está na licença, open-source ou freeware, depois leve e simples sem perder todas as características que necessito.
Para os utilizadores de outras ferramentas, um aspecto importante é a flexibilidade em determinados opções técnicas, no doPDF algumas opções estão ao dispor do utilizador, não muitas mas as mais usuais, como a disposição da folha, o tamanho da mesma, etc.

Licença: Freeware
Sistemas Operacionais: Windows Vista, XP, 2008/2003/2000 Server (32 and 64-bit)
Download: doPDF 6.0.258 [1.39MB]
Homepage: doPDF
Aquele abraço e que Jesus esteja no coração de vocês!
“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;” Filipenses 2:14,15
Nesta nova versão do Microsoft Office 2007, não sei porque cargas d´agua, a Microsoft decidiu adicionar um “X” no final da extensão da família de produtos Office, ficando: Word com .docx , Powerpoint com .pptx ; Excel com .xlsx .
Por que isso foi feito? Provavelmente para dificultar compatibilidade com aplicações online de terceiros e para incorporar XML nos arquivos. Mas o desastroso resultado foi que computadores antigos, rodando Office 2003/XP/2000 ou OpenOffice não conseguem abrir esses arquivos.
Para resolver este pequeno problema, é só fazer o Download do Pacote de Compatibilidade do Windows, válido para quem utiliza MS Office.
*Tomem nota que seu Office precisa ser original!
Para usuários do OpenOffice+Linux, faça o download do conversor no site:
ftp://ftp-mirror.internap.com/pub/www.getdeb.net/od/odf-converter_1.0.0-2%7Egetdeb1_i386.deb
e faça a instalação do pacote com o comando:
sudo dpkg -i odf-converter_1.0.0-2~getdeb1_i386.deb #for i386 users
Aqueles que tem Office Pirata (com crack ou serial, não importa) ou aqueles que não tem Office instalado (Criem vergonha na cara e instalem o OpenOffice :D), você pode baixar o Visualizador de Documentos do Word e o Visualizador de Documentos do Powerpoint. Ainda não existe esta versão para o Excel.
Espero ter ajudado!
Um forte abraço e fiquem todos na presença de Jesus.
“Não endureçais agora a vossa cerviz, como vossos pais; dai a mão ao SENHOR, e vinde ao seu santuário que ele santificou para sempre, e servi ao SENHOR vosso Deus, para que o ardor da sua ira se desvie de vós.” 2 Crônicas 30:8
Bem, olhando o título, alguns usuários do linux vão me dizer: -No linux isso é muito fácil, e gratuito.
E eu diria: -OK! Sorte a sua de poder conhecer essa maravilhosa tecnologia.
Mas para quem não utiliza nenhuma das distribuições linux ou não tem o privilégio de utilizar em sua estação de trabalho na empresa ou na faculdade, sabe a dificuldade que é converter um documento qualquer (Word, Excel, PowerPoint, etc…) ou até mesmo uma imagem para a extensão .pdf.
Para conseguir esse feitio seria necessário baixar algum programa crackeado da internet ou então baixar a suite OpenOffice, fazer a sua instalação. Sendo que ficaria restrito a sua máquina apenas.
Mas agora esta dificuldade chegou ao fim. A conversão pode ser feita sem muitos esforços com alguns cliques do mouse e não é necessário sequer fazer a instalação de qualquer programa ou aplicativo. E o melhor de tudo é que não importa em qual máquina ou lugar que você esteja, a conversão acontecerá facilmente.
O site http://www.freepdfconvert.com/ disponibiliza essa conversão para você de forma rápida, prática e gratuita, sem importar se você utiliza Linux, Windows, Mac, etc… e além disso, ele também faz o inverso, ou seja, converte seus arquivos pdf para formatos word, excel ou rtf.
Sua única necessidade é ter uma conexão ativa com a internet.
É isso ai, boas conversões para vocês.
Um grande abraço e fiquem com Deus.
Imagine um lugar…
…onde tudo é possível, onde todos
podem VOAR!
Uma espetacular semana a todos!!!
Essa vai para os programadores de plantão.
Fazendo umas pesquisas na internet em uma madrugada qualquer, eu encontrei uma relação bem bacana de algumas linguagens de programação e suas devidas classificações.
Para quem é novo nessa área, essa relação é muito interessante para encontrar um norte no meio de tantas linguagens e suas devida classificação.
Para quem é mais velho, vale aqui a seção “nolstalgia”.
Linguagens históricas: ALGOL – Assembly – B – BASIC – BCPL – Clipper – COBOL – CPL – Forth – Fortran – Icon – PL/I – Simula – Smalltalk – SNOBOL 4
Linguagens acadêmicas: Icon – Pascal – PORTUGOL – Prolog – Haskell – Lisp – Logo – OCaml
Linguagens proprietárias: ABAP – AWK – C# – Cω – COBOL – ColdFusion – Delphi – Eiffel – Logic Basic – SQL – Visual Basic
Linguagens não-proprietárias: Ada – C – C++ – Forth – Fortran – Lisp – Pascal – SmalltalkLinguagens livres: Euphoria – Icon – Java – JavaScript – Lua – MUMPS – Perl – PHP – PORTUGOL – Python – R – Ruby – Shell script – Tcl – UniconLinguagens esotéricas: Befunge – brainfuck – FALSE – Gammaplex – INTERCAL – L00P – Malbolge – PATH – SNUSP – Unlambda – Whitespace
Um grande abraço, fiquem com Jesus.
“E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.” Romanos 8:10
O volume e a complexidade das informações com as quais trabalhamos cresce assustadoramente rápido e, com isso, também aumenta a necessidade de desenvolver formas mais eficientes de processar essas informações. Muitas vezes o tempo de processamento de uma tarefa pode ser crucial para determinar sua viabilidade.
Em ambientes onde um maior poder de processamento é requisito freqüente, uma alternativa que tem se mostrado interessante por sua viabilidade financeira é o uso de clusters: agregados de computadores pelos quais o processamento de uma tarefa é distribuído, podendo-se então processar uma quantidade enorme de dados em muito menos tempo. Ultimamente esse tipo de solução tem se tornado cada vez mais acessível e viável, tanto à área corporativa quanto ao público geek. Uma vez que há bastante documentação disponível, nada impede você de fazer aqueles gabinetes empoeirados e empilhados no sótão sentirem-se úteis novamente.
Um cluster pode ser usado para fazer balanceamento de carga, por exemplo, um servidor Web. Neste tipo de cluster, um computador recebe as requisições de processos pelo usuário (uma busca na web) e os passa para os demais, que processam e devolvem o resultado. Isso é interessante porque aumenta a escalabilidade do servidor (pra tornar ele mais poderoso é só colocar mais máquinas) e o torna mais barato: você pode usar várias máquinas fracas e baratas ao invés de um servidor caro.
Outro uso é o de tolerância a falhas, por exemplo, em um banco de dados. Um PC faz o trabalho enquanto outro o monitora e fica fazendo um backup constante dos dados para que, caso esse primeiro por algum motivo pare de funcionar, o segundo assuma automaticamente até que o problema seja sanado.
Um terceiro uso para um cluster, e talvez o mais interessante a longo prazo, é o cluster de processamento paralelo: o Compute Cluster. Neste tipo de cluster o processamento é dividido em diversas frentes e processado paralelamente em diversos processadores. Todos os computadores do cluster trabalham em diferentes tarefas para completar um trabalho muito grande, como um trabalho em equipe.
Funciona mais ou menos assim: com o processamento paralelo, os nodes – como são conhecidos os computadores que integram o cluster – podem, cada um, executar diferentes frentes de uma tarefa independentemente comunicando-se uns com os outros conforme os processos requisitem. Uma reprodução de um vídeo, por exemplo, não é uma tarefa paralelizável, e então não seria adequado tentar processá-la com o uso de um cluster, pois o overhead para comunicação dos nodes poderia consumir mais recursos que o metódo normal. Já a renderização desse mesmo vídeo pode demorar muito menos em um cluster do que em uma estação de trabalho comum.
Você não deve esperar uma serventia imediata para esse compute cluster caseiro. É preciso de um pouco de estudo em aplicações paralelizáveis para usar propriamente a infra-estrutura paralelizável: a forma de programar e as bibliotecas (MPI, por exemplo) diferem um pouco da programação linear a que estamos habituados mas, com a atual tendência irrevogável a computadores multi-core, vai se tornar obrigatória e mais cedo ou mais tarde você teria de aprender isso. Caso você não queira aprender sobre todo o potencial da programação paralela, mesmo como um usuário comum existem utilidades para um cluster em sua vida.
Para os fãs de Blender (modelagem 3D) é possível criar um conjunto de computadores que renderizem conjuntamente os projetos, reduzindo o tempo de espera pelo resultado. A solução, usando DrQueue e o Blender, é de fácil instalação e permite que qualquer “mortal” produza um centro de renderização poderoso. Para usuários mais experientes, o Scilab (computação numérica) também é uma opção de fácil clusterização. Usando PVM aliada a programação própria do programa, um matemático conseguiria reduzir o tempo de análise de dados. Para ambas as idéias, existem diversos tutoriais de como preparar e utilizar o ambiente.
Na plataforma Windows, a Microsoft disponibiliza o Windows Compute Cluster Server (http://www.micorsoft.com/windowsserver2003/ccs/) mas somente na arquitetura x64. Com Linux, temos uma boa opção com o Oscar Cluster (http://oscar.openclustergroup.org/), que é uma coleção de scripts de instalação de diversos aplicativos que compõe a estrutura do cluster e que facilita imensamente sua instalação em Linux.
Hoje em dia há muita gente trabalhando com isso e, portanto, há muita documentação e implementações diferentes. Isso facilita bastante o acesso à informação para quem deseja começar a fazer isso por conta própria. Assim, para montar um cluster de máquinas velhas, tudo que você vai precisar é de alguns CPUs, um CD de instalação do Linux e um HUB. Em caso de interesse, tem gente trabalhando com isso em http://www.codeplex.com/LMSU. Divirta-se =)
Links:
Tutorial DrQueue+Blender = http://www.midstorm.org/~jalexandre/blog/2007/05/14/drqueue-blender-render-farm-para-mortais/
Tutorial Scilab = http://ats.cs.ut.ee/u/kt/hw/scilabpvm/
Por: Bruno Melo, Raul Kist, Daniele Santos, Henrique Baggio, Ivo Trivella (Equipe LMS)
Retirado de http://under-linux.org/8401-clustering-em-casa.html
Um forte abraço e um espetacular fim de semana.
“Porque o Senhor DEUS me ajuda, assim não me confundo; por isso pus o meu rosto como um seixo, porque sei que não serei envergonhado.” Isaías 50:7
O que são e para que servem os repositórios de softwares?
R: Os repositórios de software são, para muitas distribuições Linux, a melhor forma de distribuir aplicativos para as versões de seus sistemas. Pode-se entender como repositórios um local onde os aplicativos, bibliotecas e correlatos, necessários ao sistema estão a disposição dos usuários, ordenados e classificados de maneira a permitir que não haja esforço demasiado para a instalação dos aplicativos.
Apesar de haverem repositórios dos mais variados tipos para os sistemas, o usuário iniciante deve ter em mente que apenas os repositórios oficiais garantem a estabilidade do sistema, os não oficiais devem ser adicionados com cautela, pois podem induzir o usuário a atualizar e instalar softwares que podem modificar substancialmente a configuração original, sem muito alerta, gerando inclusive a incapacidade de opera-lo adequadamente.
E onde encontrar repositórios?
R.: Normalmente os repositórios são encontrados no próprio site do aplicativo ou software. Ou então no Google
No Ubuntu, podemos adicionar ou gerenciar os respositórios de duas formas:
1. Através do menu: System–>Administratation–>Software Sources
ou
2. Editando o arquivo /etc/apt/sources.list
Explicando as 2 formas.
Na primeira você deve acessar o Software Sources seguindo o caminho:
System–>Administration–>Software Sources–>Third-party software–>Add
Coloque o nome do repositório a ser adicionado. Neste exemplo irei utilizar o repositório do Medibuntu
deb http://packages.medibuntu.org/ gutsy free non-free
Clique em Add, seu repositório será adicionado, e todo o conteúdo deste repositório estará na lista do synaptic. Note que após adicionar um novo repositório você precisa dar um reload no synaptic (ele tem um botão pra isso) para que o conteúdo do repositório seja exibido corretamente.
A segunda forma para adicionar um repositório seria um metodo mais manual, mas tão funcional quanto ao anterior.
Por segurança, vamos fazer um backup do arquivo sources.list antes de modifica-lo.
sudo cp -p /etc/apt/sources.list /etc/apt/sources.list_backup
Dando início então, execute o comando no terminal:
sudo gedit /etc/apt/sources.list
Ao abrir o arquivo, você deverá adicionar o repositório desejado depois da última linha do arquivo sources.list
Feche-o e execute os seguintes comando para atualização:
wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add -
depois
sudo apt-get update
Prontinho, o novo repositório Mediubuntu está adicionado ao seu sistema.
Espero ter ajudado com esta dica. Qualquer dúvida ou problema, coloco-me a disposição para ajudar.
Fiquem com Deus e tenham um ótimo fim de semana.
“E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. Lucas 23:42,43“
Uma bela surpresa tive eu ao abrir o meu evolution hoje e ver o seguinte e-mail:
“A Flisol 2008 – Curitiba irá acontecer nas Faculdades Santa Cruz no dia 26/04 .”
Bem, como alguns devem saber, sou usuário e incentivador do software livre e estudo nas faculdades Santa Cruz.
Para quem não conhece, Flisol (Festival Latinoamericano de Instalação do Software Livre), é o maior evento de divulgação do Software Livre na América Latina que acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral. Com esta finalidade, diversas comunidades locais de software livre (em cada país, em cada cidade/localidade), organizam simultaneamente eventos em que se instala gratuitamente e totalmente legal, software livre nos computadores levados pelos participantes. Também, paralelamente, são oferecidas apresentações, palestras e oficinas, sobre temas locais, nacionais e latinoamericanos sobre Software Livre, com toda sua variedade de expressões: artística, acadêmica, empresarial e social.
Maiores informações aqui
Deixo o meu convite a todos que por aqui passarem!
Um forte abraço!
“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2“